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A Copa dos sonhos!
Fala cambada! Tô sumido, é aquela velha história: criança (prá nascer), curso, trabalho, construção (sou homenzinho, vou começar minha obra, kkk), blá, blá, blá... e ... o assunto é Copa do Mundo, não é mesmo? Vamos lá então: futebol é luta, luta tem perdedores. E perdedores adoram se vingar: obviamente, somos vencedores,mas... de vez em quando perdemos. França, Itália e Argentina que o digam. Pois bem, um desocupado qualquer já pensou e analisou as possibilidades para sermos campeões e lavarmos a alma de todas as gerações. Aos jogos:
- Oitavas-de-final - Brasil x Itália - 1º do F x 2º do E
A foto vai pequenininha mesmo.
O Brasil, primeiro do Grupo, vai enfrentar a Azzurra. E você pode argumentar que a Itália já é freguesa. Foram duas finais que ganhamos deles em 70 e 94. Tadinhos. Tadinhos, nada! A Itália pode apanhar o resto da vida que ainda terá uma dívida com o Brasil. Foram eles que voaram com o canarinho para casa em 82. Com uma seleção que é tão comparada com a de 82 como a nossa atual, jogar bom futebol e eliminar a Itália seria uma lavada de alma acachapante. Meeedo.
- Quartas-de-final - Brasil x Espanha - Espanha é 1ª do H e vence Coréia ou Suíça nas oitavas
Pera lá. Os espanhóis não fedem nem cheiram. A não, e o Raul? (Momento vascão: aquilo que o Raúl fez com o Vítor foi desumano, snif, snif,...) Vai dizer que não sobe o sangue quando a torcida do Real Madrid vaia Ronaldo e aplaude o atacante espanhol por mais um carrinho na linha de fundo? Vai dizer que a pressão nos estádios e as vaias quando Rivaldo [Rivaldo?! eu hém, copiei assim, e assim vai] toca na bola não te enlouquecem? Pois para mim, incluir a Espanha no caminho seria uma boa.
Olha a cara do cretino!!!
- Semifinal - Brasil x Argentina - Argentina, 2ª do C, bate Portugal nas oitavas e Inglaterra nas quartas
Nem preciso me alongar aqui. Mesmo que não fosse preciso, vencer a Argentina já seria bom. Mas neste caso, numa semifinal de Copa do Mundo na Europa, não tem o que dizer. Depois do Penta e mais a Copa América e a Copa das Confederações, em caso de vitória nossa argentinos só poderiam discutir futebol de novo daqui a no mínimo oito anos.
- Final - Brasil x França - França, 1ª do G, bate Ucrânia nas oitavas, Rep. Checa nas quartas e Alemanha na semi.

O dia da vingança. Ronaldo não só acorda inteiro, como sorridente, esperando reencontrar seu amigo Zidane para ajustar as contas. No meio do dia, dá um trimilique nele e quando todo mundo chega preocupado para ver o que é, ele começa a rir e diz: "iiii sacaneei vocês!" Ronaldinho não vê a hora de rever Henry sob a ótica que ele (o Gaúcho) tá acostumado, que é como vencedor. Kaká faz sua oração e recebe a benção de uma apresentação de gala. De preferência, 3 x 0 para nós, com o terceiro sendo do Lucio ou do Emerson, para descontar aquele feito pelo Petit (ninguém se conforma em ter tomado aquele gol do Petit).
Escrito por Ronie às 21h00
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Hoje só colocarei um texto que achei interessante.
Votar em ninguém
por Alexandre Pelegi
A ouvinte Sheila me questiona:
Além de votar consciente, acreditando no candidato e no programa apresentado, o que de prático podemos fazer quando nosso candidato chega lá disposto a votar por mudanças na política e na educação, e esbarra em conchavos/acordos de tal forma que seu voto não fará a menor diferença? Como você se sente? Eu fico frustrada e revoltada, mas me sinto de mãos atadas, porque o que eu podia ter feito eu fiz quando elegi meu representante. Gostaria muito de saber sua opinião.
Sheila, o único jeito de mudar o jogo é alterar suas regras. Não estou no coro daqueles que gritam por “reforma política já”. Eles acreditam que reformar o sistema político é como consertar o telhado da casa com vazamentos. Penso diferente. O sistema político brasileiro tem um vício de origem. Meu olhar mira mais longe, e em direção oposta às críticas tradicionais (e viciadas).
Eu pergunto: você sabe como alguém se torna candidato? O sistema político brasileiro define, a priori, quem pode e quem não pode ser candidato. Ou seja, eles condicionam e limitam nosso direito de escolha.
O sistema é tão viciado e corrompido que só sai candidato por um partido quem se dobra a inúmeros conchavos. E isso antes, Sheila, antes de se eleger. Você pergunta: “o que de prático podemos fazer quando nosso candidato chega lá disposto a votar por mudanças na política e na educação, e esbarra em conchavos/acordos de tal forma que seu voto não fará a menor diferença?” Ora, Sheila, para se tornar candidato ele já teve de ceder a inúmeros conchavos. O sistema político brasileiro (o partidário, claro) mata os bons no próprio ninho...
Você se diz frustrada, revoltada e de mãos atadas porque o que podia ser feito aconteceu ao eleger seu representante. Discordo. Esta é a visão que combato. Se só podemos eleger alguém que já passou pelo funil seletivo do sistema partidário – logo, os ruins, ou os “menos ruins” –não fizemos “o que podíamos ter feito”, mas sim o que nos permitiram, o que nos deixaram fazer!!!
Os bons candidatos morrem pelo caminho, e a mais das vezes sequer tentam militar na política partidária, pois sabem que não faz o menor sentido, a não ser legitimar um jogo de cartas marcadas que só beneficia caciques e poderosos.
Mudar as regras significa priorizar uma reforma política de fato, mudar o sistema de filiação e formação partidária, impedindo o cartorialismo e o caciquismo no nascedouro. Mas como fazer isso com os políticos que aí estão e se beneficiam desse estado de coisas? É só contar: há os mensalistas, os sanguessugas, os militantes do baixo clero. São maioria no Congresso, tanto que conseguiram livrar a cara de quase todos os envolvidos nos escândalos recentes.
Qualquer reforma só é possível - e exeqüível - se nasce da vontade popular. E só tem vontade quem sabe o que quer. Um povo cuja maioria é composta de pessoas educadas, conscientes, cidadãs plenas – direitos e deveres... “Toda indignação é vazia se não se ampara no conhecimento”. Gilberto Gil foi magistral ao cantar: “O povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe. O que não sabe, o que não saberia, porque morreria sem poder provar... Poder matar a fome é pra quem come, é claro, não apenas pra quem vê comer. Assim feito a criança pobre esfarrapada come feijoada que vê na TV. Essa criança quer o que não come, quer o que não sabe, quer poder viver. Assim como viveu um Galileu, um Newton e outros tantos muitos pais do amanhã...”
O povo também quer o que não sabe... Educação, educação, educação... e o povo saberia!!!
Por anos fui radicalmente contra o voto nulo, mas hoje as condições são bem outras. Se entro numa loja e não há o que me agrada, por que devo ser obrigado a levar alguma coisa? E ainda por cima gastar meu dinheiro com algo que não gosto? Se não há candidato que me apeteça, e se sei que ele pouco ou nada fará, pois o sistema o inibe, por que me obrigam a votar?
Nas atuais circunstâncias faço minhas as palavras de Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial: “seja alguém, voto em ninguém!” A única maneira da vontade popular fazer diferença é mostrar nossa indignação através da indiferença...
Escrito por Cléber às 08h04
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Que tal ouvir Al Green?
Moçada blogtequeira! Seguinte: Acabei de postar um texto no Antigas Ternuras que acho que até o Alemón vai gostar.
Quem tiver a fim de dar uma chegadinha lá, já sabe...É só pegar as cervejas na Frigidaire que está sempre disponível pra vocês.
Tem Bohemia e Portuguesa casco escuro.
Escrito por Marco Santos às 14h16
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Descanse em paz, Zé Carlos
Não posso dizer muito sobre você, porque não te conheci tanto pra fazer uma elegia, mas tenho a impressão que devo. Vê-lo duas vezes bastou para me melhorar bastante. Se ninguém percebeu, é porque preciso melhorar muito mais. Uma vez só bastou à Yara para gostar de você – logo ela que conhece as pessoas no primeiro olhar. Cuidou bem dela. Isto só já bastaria para eu gostar também. Foste espontâneo e sinceramente deste amor. Que Deus te receba e você esteja em alegria.
Escrito por lúcio às 14h29
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"Ground control to Major Tom...” – “Space Oddity”
A radicalização ou estupidificação dos presidentes aqui na América Latrina era só questão de tempo. A desesperança com os políticos logo, logo, nos empurraria para isso. O estômago, quando fala, está sempre apressado. Daí vêm esses picaretas, loucos e messias eleitos por quem está no desespero. O discurso dos caras segue o método do Hitler , que dizia mirar o rosto mais estúpido na multidão para conduzir sua fala. Se agradasse àquele fulano, agradaria a todos. Não importa a imagem de profissional. O que vale é o emocional. Garotinho* não quer comer papinha? A culpa é da mãe (no caso, seu eleitorado – embora ele tenha subestimado demais a maioria). Pra 2007, não duvido nem em Heloísa Helena eleita. O revival dos anos 80 chegou à situação geopolítica do mundo.
“Eu tenho medo!”
http://meunomeeregina.blogspot.com/
“Eu tenho coragem!” (eu tinha...)
http://edeuscriouamulher.blogspot.com/
Fiz esse curso de dança:
http://video.google.com/videoplay?docid=3689560270595414198 Recomendo.
Mutantes de volta com Zélia Duncan nos vocais? Pra quê?
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Escrito por lúcio às 07h44
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